Essa é do blog do Espertinho Analgésico:
Tem tempo que não falo de Tio Rei. Ele celebrou o lançamento de seu livro em Brasília:
“Emocionante mesmo o lançamento de O País dos Petralhas em Brasília. Quem esteve lá sabe disso. Mais de 300 pessoas ao longo da noite. Terminei de assinar os livros perto da meia-noite. O encerramento oficial estava previsto para as 22h. Recebi leitores de Anápolis, como Cátia Zago, e de Goiânia, como Carlos César Higa. Fiquei impressionado, e muito bem-impressionado, com o número de jovens ente 17 e 25 anos – um deles tinha… 14!!! Estavam lá muitos estudantes da Universidade de Brasília. Sim, a UnB tem salvação – e é claro que há na universidade pensamento livre, que não se subordina à esquerdopatia que infelicita o ensino universitário no Brasil.”
Hãããã…”mais de 300 pessoas ao longo da noite“. Na boa, qualquer aniversário em Brasília costuma reunir mais gente.
O Espertinho trai sua classe social: ele é da alta. Trezentas pessoas em festa de aniversário? Qualquer aniversário? Sim, na classe alta, e só na classe alta, isso é muito comum.
Você faria um pouco de bem a si mesmo se variasse sua vida social, Espertinho.
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Eu andei largando esse blog por uns tempos, por falta de tempo. E também porque os portugas resolveram implicar com as moças, coitadas, e tiraram as fotos daqui. Eu só digo que vou para outro lugar. Onde? Não sei. Quando? Não sei. Se vou levar os velhos posts para lá? Não. Se vou levar as garotas? Sim.
Eu apoio a campanha do Marcos Matamoros.
Well, o que meus enemies queridos disseram de Allende? Isso é o importante. Malhar Castro e Pinochet é obrigatório, mas o que define a real posição de alguém é o que ele diz sobre Allende: se elogia, se lamenta, se fala vagamente (é sempre vagamente) sobre Allende como um democrata sincero...
Of course, os atos de Allende não foram os atos de um democrata sincero. Por isso, Hay que tener vagueza...
Mas, e meus queridos enemies? Well, alguns nada disseram, outros malharam Pinochet (justo!), uns poucos, Castro (seria mais justo ainda, se fosse ainda mais malhado que Pinochet...), e NINGUÉM atacou Allende.
Tais são os meus palpites, ainda não os li, farei isso agora.
Enfim, aos enemies (mas primeiro, the girls, gosto muito dos meus enemies, gosto mais das girls).
O Alfafazejo: Uma nota neutra sobre Pinochet. Só. Nada contra Castro, nada sobre Allende, nada sobre Cuba, nada sobre o Chile. Está certo, não sabe, não quer aprender, o melhor mesmo é nada falar. Para não dá uma de pseudo. Continue assim, Alfafazejo, continue.
O André Queijo: Nada sobre Pinochet, nada sobre Allende, nada sobre Castro. Eu me surpreendi. Dele, eu esperava um ataque contra os admiradores do Pinochet entre os olavetes. Um ataque vago, sem nomes e sem links, como os que ele costumava fazer. Costumava, porque eu não encontrei nada disso no blog dele, desta vez. É verdade que o site estava fora do ar, e tive que acessar o cachê do Google. Mas fica o registro. É outro que melhorou.
Sorry, eu depois notei uma enquête sobre (pelo jeito, contra) Niemeyer e Castro. http://www.andrekenji.com.br/weblog/?p=8
E já que citou o Paul Craig Roberts sobre Carter ( http://www.newsmax.com/archives/articles/2
Biajona Maionese: Nada de nada. Nada sobre Allende, nem sobre Castro (o Fidel, do Alex ele ainda fala alguma coisa), nem sobre Cuba, nem sobre Pinochet.
Ei Porra: Só uma piada com Pinochet.
O Espertinho Analgésico: Pau firme em Pinochet, justo. Nada contra Allende (a não ser, talvez, uma citação do Economist: http://www.subsolo.org/hermenauta/archiv Castro. Bem, eu sabia que ele pouparia Allende. Mas esperava que ele falasse alguma coisa contra Castro, para manter sua aparência (falsa) de isenção. Mas não! Por estranhos critérios, ele não se incomoda contra Castro, que tem centenas de milhares de admiradores aqui no Brasil (inclusive o presidente), mas é vigilante e firme contra admiradores de Pinochet – que, mesmo considerando apenas os “potenciais”, não chegam a 100 (sem influência política). Well...
O Idelber Redatar*: Nada. Ele parou
O Mujique Semiletrado: Um robô, com raiva do mundo. Nada de Pinochet, nada de Castro, nada de Allende... nada de nada. Virou peixe. Quem nada é peixe. Ele é meu peixe, mora na minha lagoa, e come a minha minhoca...
O Rafael Cagão: O que mais me surpreendeu: eu esperava elogios a Allende. Em vez disso, nada. Nada de Pinochet, também. Nada de Castro, nada de Cuba, nada de Chile. Só crônicas. Bem que poderia ser assim sempre.
O Rastafaripulgo: Parou em novembro, também, e portanto nada disse sobre Allende, Pinochet, Castro, Cuba ou Chile.
O Rodrigo Zoado: malhando Cuba, num post sobre a África. Castro, Pinochet, Allende e o Chile, nada. Mais ou menos o que eu esperava.
O Sinistro Dogmático: Nada. Sumiu desde que estourou o mensalão. Ele poderia estar defendendo Allende. Mas pelo jeito, não quer se meter com política. Pelo menos, não quer debater mais na internet. É, está certo. Um dia tinha que cansar mesmo.
O Thiago (com h): Nada sobre Allende, nem sobre Castro, nem sobre Cuba, nem sobre Pinochet. Nada, nada, nada! Foi besteira usar essa tática... Dessa maneira assim dramática... O nosso amor era uma orquestra sinfônica... E o nosso beijo era uma bomba atômica...
O (Tomar no) Marcus falou de Allende. Defendendo? Não, não, defendendo um filme que por sua vez defende os ideais de Allende. Cuidado com o (Tomar no) Marcus, guys. Someone capaz de escrever uma coisa destas ( http://marcuspessoa.blogspot.com/2006/11/m
E nada sobre Pinochet, Castro, etc...
E o Vim da Cocheira: Continua sumido.
Well, well... uma coisa me surpreendeu: Meus queridos enemies pouco falaram contra Pinochet. Eu esperava muito mais sobre o assunto. Pinochet foi um monstro, sim, e Fidel é outro, pior ainda. Allende, um demagogo nojento, amigo de um dos monstros, e promotor da carreira de outro. Nenhum dos três vale nem valeu o ar que respira. Eu juro que esperava que Pinochet fosse devidamente atacado e malhado.
Eles devem estar se cansando de política. No que fazem muito bem.
* Explicação aqui.
Existe a direita, e existe a esquerda. E existem pessoas que se dizem contra a direita e contra a esquerda. (Elas acabam se traindo: na pratica, só atacam a direita (quase sempre) ou só atacam a esquerda (às vezes). Mas isso é outra história).
Eu, por mim, sou pela verdade. Se a verdade é boa para a direita ou para a esquerda, bom para elas. Se for ruim para ambas, bom para elas também. Não é culpa minha. E se a verdade é ruim para quem for contra as duas? Pode acontecer também. A verdade é que a verdade acaba sendo embaraçosa para quem é pensa primeiro em tomar uma posição e só depois na verdade. E ser contra a esquerda e contra a direita é uma posição tão boa (ou ruim) quanto ser de direita ou ser de esquerda. Não que ser de direita, ou de esquerda, ou contra as duas, esteja sempre errado. O problema é quando a pessoa começa a achar sua posição mais importante que a verdade. E resolve defender sua posição contra a verdade. Aí, sai cada merda...
É o caso do André Queijo. Ele se posicionou (ou melhor, diz ter se posicionado) contra a esquerda e contra a direita. E considera sua posição mais importante que a verdade. Então, às vezes a verdade contraria sua posição, ele resolve contrariar a verdade. Ele é bobo.
Um exemplo:
Quando a Daslu foi atuada pela Justiça e pela Polícia Federal ano passado, numa operação completamente legal, não se viu o pessoal do PFL, nem os liberais e conservadores brasileiros aplaudiram o cumprimento da lei. Poderia-se alegar que todo mundo sonega, que os impostos no Brasil são injustos e que eram empregos em risco, mas era o cumprimento da lei. Defender a Daslu seria uma posição justa de quem defende a desobediência civil em algum nivel, mas não para quem defende a lei acima de qualquer coisa.
É por isso que eu acho que os conservadores e liberais marcaram um tremendo gol contra ao apoiarem a prisão de Emir Sader, e em especial ao utilizarem o argumento tosco do cumprimento da lei.
Para começar, porque “o pessoal do PFL, ou os liberais ou os conservadores brasileiros” (mas pelo menos uma coisa boa: o André Queijo está admitindo que o PFL é uma coisa, os liberais e conservadores brasileiros, outra) deveriam aplaudir uma ação jurídica contra a tal Daslu? Até onde eu sei, a Daslu nada tem a ver com política. Não é contra nem a favor da direita ou da esquerda. O que a Daslu fez de bom para os conservadores brasileiros? A Daslu nunca fez nada comigo ou contra mim. Eu não estou comprometido com ela, nem contra ela. Para mim, tem tanto sentido aplaudir uma ação da justiça contra a Daslu quanto teria aplaudir uma ação da justiça contra uma mulher que bateu no marido, ou o contrário. Eu não meto a colher.
E isso: “Defender a Daslu seria uma posição justa de quem defende a desobediência civil em algum nivel, mas não para quem defende a lei acima de qualquer coisa.” Ué? Quem defendeu a Daslu? Eu não me lembro de ninguém. Nenhum blogueiro de direita, nenhum site de direita, nenhum colunista de direita. Talvez me tenha escapado. Eu leio os principais sites e blogs, e de vez em quando eu dou uma olhada nos menos famosos. Não acompanho todos, é claro. Simplesmente não dá. Graças à incompetência da esquerda e ao grotesco do governo Lula, hoje há muitos blogs e sites de direita. Não dá para acompanhar todos.
Alguns protestaram contra o prazer de esquerdosos hipócritas e invejosos ao verem a Daslu se dar mal. Visível prazer. E nojento. Mas isso não quer dizer defesa da Daslu. Se o André Queijo sabe de algum caso em que alguém de direita defendeu a Daslu, então que o cite. Eu não sei de nenhum, e se houver, tenho certeza que não dá para envolver toda a direita nisso (é por isso que ele não cita nenhum?). Como tenho certeza que quem quer que tenha defendido a Daslu não está defendendo o “cumprimento da lei” no caso de Emir Sader, hoje.
Mas voltemos ao bobo do André Queijo:
Primeiro, por quê a decisão não é tão cumprimento da lei assim (Túlio Vianna, que apesar de não ser uma opinião isenta, é professor de direito, nota que não há espaço no Código Penal para a perda de cargo público). Segundo, mesmo se fosse o cumprimento da lei, seria um cumprimento para fins espúrios e para calar inimigos políticos, num tipo de decisão que dificilmente ocorreria em qualquer país do Primeiro Mundo(Com exceção, talvez, da França).
Tudo errado.
Não sei se o Código Penal prevê a perda de cargo público nesse caso, mas a lei 8.112, o Regime Jurídico dos Servidores Públicos (o André Queijo, quando se formar e começar a procurar emprego e estudar para concursos, saberá mais sobre o assunto), esse sim, prevê. Senão, vejamos:
Art. 132. A demissão será aplicada nos seguintes casos:
Aí vem os Incisos I, II, III... X, XI, XII e finalmente o Inciso XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art. 117. Então, vamos ao Inciso IX do Artigo 117 da Lei 8.112: "valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;"
E aí, o que o Emir Sader fez no artigo? Ele caluniou o Bornhausen, e no final ele invocou sua autoridade como professor, seus títulos na administração pública: Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História". E é como disse o Reinaldo Azevedo: “Estão protestando porque a Justiça, ao condenar Sader, determinou também a perda da função pública. Reparem que, ao subscrever o texto com nome, honrarias intelectuais e cargos, ele busca conferir mais peso político a sua opiniões.” (O Bobo provavelmente está pensando no RA, quando fala em liberais e conservadores que invocam o cumprimento da lei no caso Emir Sader e são contra o cumprimento da lei no caso Daslu. Mas RA NUNCA defendeu a desobediência à lei no caso Daslu. O Bobo deu uma de Olavo de Carvalho: leu por cima, pegou a impressão que confirma suas posições, e dane-se a verdade: saiu chutando. O Olavo de Carvalho faz isso muito. Antiolavetes fazem isso muito mais). Bem, se Emir Sader fez o que RA disse que fez, e a leitura do artigo do Emir Sader confirma, então, o Emir Sader pode (e pela lei deve) ser demitido de seus cargos sim. A demissão está prevista pela lei 8.112, artigo 132, inciso XIII, e artigo 117, Inciso IX. Eu não sei, na verdade, se o juiz invocou a lei 8.112. Mas o André Queijo também não sabe, então estamos bem (mal)...
E que negócio é esse que não haveria um caso equivalente em país do primeiro mundo, além da França? Eu não sei detalhes, mas outro dia uma jornalista foi para cadeia nos EUA porque se recusou a dizer o nome de uma fonte. Na Alemanha e na Austria, é proibido questionar o número de judeus mortos na Segunda Grande Guerra. E na Inglaterra os tabloides vivem sendo processados por causa de fofocas sobre celebridades. Sader atribuiu um CRIME a Bornhausen. E isso equivale a chamar alguém de criminoso. Se algum jornalista chamasse um inglês celebre de criminoso, seria processado. Se atribuisse um crime a um inglês celebre, seria processado. O The Sun é que sabe muito bem disso.
Quanto a ser um “cumprimento lei para fins espúrios”, calar um adversário político, eu acho que o André Queijo deveria pensar um pouco melhor (e largar de ser bobo): Isso é para calar o Emir Sader? Claro que não! O Sader poderá continuar as suas besteiras. Só não poderá, talvez, atribuir racismo onde não há racismo nenhum.
Terceiro, quem se beneficia com esse carnaval todo é Sader, que se transforma numa espécie de mártir da liberdade de expressão. Não duvidem que a The Nation, por exemplo, faça artigos sobre o caso. Tanto liberais quanto conservadores poderiam ter marcado um gol de placa ao dizerem que odiavam Emir Sader, mas que não achariam que ele deveria ser coagido pelo Estado.
É bobo, o Bobo.Quem vai adotar Emir Sader como mártir? Quem já vê ele como mártir, não? Quem já está convencido da justiça da causa de Sader. E se os liberais e conservadores fizessem o que o Bobo sugere? Bornhausen processa Sader, os liberais e conservadores (que o Bobo novamente admite que nada têm a ver com o PFL... ele poderia se aprofundar nesse assunto, se o isso não o levasse a conclusão inevitável, que o PFL nada tem de direita – e aí ele teria que dizer que a direita não é tão ruim assim... Mas ele não está preocupado com a verdade, ele está preocupado em defender sua posição) ficam contra Bornhausen? Quem ganharia seria o Sader, que teria sua posição considerada respeitável, quando não é. Isso sim, seria um gol contra.
Infelizmente, escolheram o caminho mais cretino possível. Definitivamente, os maiores inimigos do liberalismo no Brasil são os liberais brasileiros.
Infelizmente? Infelizmente para quem, cara-pálida? Para os liberais? Mas você não é contra a direita? Então, deveria dizer “felizmente”, não “infelizmente”. Eu tenho a impressão que o problema do bobo com a “Salada Liberal da Internet” é a falta de “Esprit de Corps”, espírito de partido. Os liberais da internet não são um partido, ou um movimento político. A esquerda é combatida, prioritariamente, mas essa é quase a única semelhança.
E se há uma coisa que tem prejudicado e muito o Brasil é maldito “Esprit de corps” de políticos e idealistas. Se há uma coisa que eu não quero é uma direita que seja partidária, coerente consigo mesma e uniforme. Deixe isso para a esquerda, André Queijo. Eu acharia melhor VOCÊ criar o seu próprio movimento político, antes de dizer o que os outros devem fazer. Criticar é fácil, o Bobo só sabe mesmo criticar.
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Aqui, o Bobo dá uma de profeta. Diz ele que a Suprema Corte Americana está indo para a esquerda. A direita não precisa se preocupar muito com a profecia, porque o Bobo sempre erra quando inventa dá uma de profeta. Dois exemplos:
1 - Mahmoud Ahmadinejad, como já escrevi aqui, é um tipico demagogo conservador. Ele parece mais um político a la Pat Buchanan, Paulo Maluf ou César Maia que um louco nuclear (Como a sempre instrutiva Veja definiu) ou uma versão moderna do Aiatolá Khoemini. Inclusive ele negou o controle da Internet do seu país, o que o torna mais progressista e avançado que Fidel Castro, os chineses e Muamar Kadafi. E claro, ao menos nesse assunto, mais avançado que muitos políticos americanos e europeus.
Pois é. Agora, o Ahmadinejad está censurando a internet... Eu não me lembro se disse isso na época, mas se disse vale repetir: Não tem muita importância, no Oriente “Mérdio”, o que se diz em inglês. O importante é o que é dito em hebraico, árabe ou persa. (Mas o bom mesmo é ver o bobo do André Queijo fazendo pouco da "instrução" da VEJA para logo em seguida quebrar a cara... Ah, André Queijo!)
2 – O ano que vêm, 2006, assume um signifcado especial para mim. Muita gente, seja ela conservador, liberal ou progressista prevê uma recessão violentissíma para muito em breve. Pode ser pelos déficits do governo federal, pode ser pelo petróleo. Se pensarmos que quase todo o crescimento dos EUA desde do final do milênio passado foi causado pelo ramo da construção civil, que há uma gigantesca bolha no mercado imobiliário(Talvez a maior de todos os tempos) e que ela tende a estourar, meus pensamentos não conseguem deixar de ser os mais pessimistas possíveis.
Eu creio que seus pensamentos podem deixar de ser os mais pessimistas possíveis, André Queijo. Estamos em novembro de 2006. Até agora... (Ele pode dizer: bem, graças a Deus errei, não? Verdade. O problema é que o Olavo de Carvalho também pode dizer isso em muitas coisas).
Portanto, a direita que fique tranqüila, se é que a corte suprema americana é tão importante assim. Se o Bobo diz que ela deve ir à esquerda, é porque ela irá a direita.
O Bobo bem que poderia publicar seus palpites para a loteria. Eu então leria toda a semana. E jogaria o contrário dele.
Finalmente, vou fazer um favorzão para o Bobo. Vou colocar um monte de mulher boa junto com ele. Assim, quem sabe, ele larga de ser bobo.